Nas tradições iorubás, o Ori é a cabeça — mas não apenas o órgão físico. É a inteligência espiritual que acompanha cada pessoa desde antes do nascimento.
O Ori é, ao mesmo tempo, testemunha e guardião do destino. Cultivá-lo é aprender a escutar o próprio caminho.
Cuidar do Ori é cuidar da vida: escolhas, palavras, hábitos e afetos deixam marcas nessa cabeça sagrada.