Exu é reverenciado, em muitas tradições, como o primeiro a ser saudado. É ele quem abre e fecha caminhos, quem leva e traz recados entre quem vive e quem sustenta a vida.
Sua presença habita as encruzilhadas — não como obstáculo, mas como possibilidade. Onde há escolha a ser feita, ele está próximo.
Exu é também guardião da palavra: da que se diz, da que se cala e da que se escuta. Por isso, honrá-lo é cuidar da própria fala.