Oxalá é reverenciado em muitas casas como o mais velho dos Orixás, aquele associado à criação da vida e à brancura que envolve tudo o que nasce. Sua presença é lembrada como um sopro tranquilo, capaz de acalmar até as águas mais agitadas.
Na tradição, veste-se de branco em sua homenagem — cor que reúne todas as outras e não se impõe sobre nenhuma. Quem caminha com Oxalá aprende que a paz não é ausência de conflito, mas escolha diária de não responder ao mundo com pressa.
Suas histórias falam de paciência, de queda e de reerguer-se com dignidade. Em muitas nações, seu culto marca o início e o encerramento de ciclos, lembrando que tudo o que começa merece ser cuidado com serenidade.