Ewá e os horizontes invisíveis

Itã

Uma narrativa sobre intuição, discrição e a beleza do que não se explica.

Contam que Ewá caminhava por trilhas onde a névoa era mais espessa. Onde outros hesitavam, ela avançava — porque enxergava o que ainda não tinha forma.

Falava pouco. Escutava muito. Guardava, dentro de si, o que só o tempo revelaria.

A tradição lembra que há saberes que não se ensinam com palavras. Alguns se aprendem apenas quando se está disposto a caminhar na neblina.

Ensinamento

Nem tudo o que orienta uma vida precisa ser visto com clareza. Há caminhos que se abrem para quem confia no pressentimento.

Reflexão

Que intuição minha, hoje, merece mais respeito do que tenho dado?

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