Exu

Guardião dos caminhos e da comunicação

Encruzilhada de estradas de terra ao entardecer, com duas velas acesas, um chapéu preto e uma bengala no chão.
Representação artística. As formas de compreender e representar podem variar entre casas e tradições.

Exu é reverenciado, em muitas tradições, como o primeiro a ser saudado. É ele quem abre e fecha caminhos, quem leva e traz recados entre quem vive e quem sustenta a vida.

Sua presença habita as encruzilhadas — não como obstáculo, mas como possibilidade. Onde há escolha a ser feita, ele está próximo.

Exu é também guardião da palavra: da que se diz, da que se cala e da que se escuta. Por isso, honrá-lo é cuidar da própria fala.

Símbolos

OgóEncruzilhada

Cores

VermelhoPreto

Elementos

TerraFogo

Exu ocupa lugares distintos no Candomblé, na Umbanda e em outras tradições afro-brasileiras. Os relatos, saudações e formas de reverência variam entre casas e nações; este verbete apresenta apenas uma introdução respeitosa. No Candomblé, Exu é Orixá. Em muitas vertentes da Umbanda, "exus" designa uma linha de entidades espirituais própria. Os dois usos do nome não devem ser tratados como a mesma categoria religiosa.

Fontes e revisão

Status: Aguardando revisão religiosa especializada

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